Por aqui, neste cantinho, pode sentir-se emoções fortes... muitas vezes até se pode estranhar, outras sorrir, ou simplesmente chorar. Este é o meu ninho de sentimentos profundos, onde só escrevo o que sinto e pra quem realmente importa!
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Reciclamento de PET
A reciclagem do PET tem muitos benefícios. Um deles é a redução do volume de lixo coletado que é removido para aterros sanitários proporcionando melhorias sensíveis no processo de decomposição da matéria orgânica. A economia de energia elétrica e petróleo, a geração de empregos e menor preço para o consumidor de artefatos produzidos com plástico reciclado - aproximadamente 30% mais baratos do que os mesmos produtos fabricados com matéria-prima virgem, também são algumas vantagens da reciclagem desse material.
A introdução da embalagem de PET (polietileno tereftalato) no Brasil aconteceu em 1988. A ideia gerou benefícios aos consumidores, mas trouxe também o desafio da reciclagem de mais de 200 mil toneladas de lixo descartados diariamente no país. Somente nas regiões metropolitanas são consumidos 6 bilhões de embalagens de PET anualmente, segundo dados do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem. O processo de reciclagem no Brasil é o mecânico, o mais utilizado no mundo, pois requer apenas 30% da energia necessária para a produção de matéria-prima.
A primeira fase do processo de reciclagem é a separação das garrafas PET de acordo com as cores. Podemos contribuir também retirando os rótulos e tampinhas. Durante o processo de reciclagem que acontece nas cooperativas, depois da separação de cores, os PETs são colocados em uma peneira rotativa que faz a lavagem externa, tirando detritos como pedras, terra e poeira. A próxima fase é passar pelo moinho que fará a trituração, e depois a máquina lavadora que deixará o material limpo para ser armazenado.
Após reciclado, o PET se transforma em matéria-prima para vários outros setores da indústria. Roupas esportivas, calçados, mochilas e demais peças do vestuário já são feitas de PET. A indústria automotiva reaproveita a matéria-prima em carpetes, peças para barco, estofamentos, etc. Lojas de móveis usam o PET reciclado como enchimento de sofás e cadeiras, entre outras utilidades.
Muitos artesãos também transformam o PET em novas peças com utilidades totalmente diferentes das que oferecem o produto inicial e quando esse processo ocorre, é necessário estar atento à forma como essa modificação acontece para não alterar a matéria-prima.
A atenção com o processo de reciclagem acontece desde o momento da compra. O consumidor precisa ser consciente e comprar aquilo que realmente precisa e, se possível, dar preferência aos produtos contidos em embalagens recicláveis.
A introdução da embalagem de PET (polietileno tereftalato) no Brasil aconteceu em 1988. A ideia gerou benefícios aos consumidores, mas trouxe também o desafio da reciclagem de mais de 200 mil toneladas de lixo descartados diariamente no país. Somente nas regiões metropolitanas são consumidos 6 bilhões de embalagens de PET anualmente, segundo dados do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem. O processo de reciclagem no Brasil é o mecânico, o mais utilizado no mundo, pois requer apenas 30% da energia necessária para a produção de matéria-prima.
A primeira fase do processo de reciclagem é a separação das garrafas PET de acordo com as cores. Podemos contribuir também retirando os rótulos e tampinhas. Durante o processo de reciclagem que acontece nas cooperativas, depois da separação de cores, os PETs são colocados em uma peneira rotativa que faz a lavagem externa, tirando detritos como pedras, terra e poeira. A próxima fase é passar pelo moinho que fará a trituração, e depois a máquina lavadora que deixará o material limpo para ser armazenado.
Após reciclado, o PET se transforma em matéria-prima para vários outros setores da indústria. Roupas esportivas, calçados, mochilas e demais peças do vestuário já são feitas de PET. A indústria automotiva reaproveita a matéria-prima em carpetes, peças para barco, estofamentos, etc. Lojas de móveis usam o PET reciclado como enchimento de sofás e cadeiras, entre outras utilidades.
Muitos artesãos também transformam o PET em novas peças com utilidades totalmente diferentes das que oferecem o produto inicial e quando esse processo ocorre, é necessário estar atento à forma como essa modificação acontece para não alterar a matéria-prima.
A atenção com o processo de reciclagem acontece desde o momento da compra. O consumidor precisa ser consciente e comprar aquilo que realmente precisa e, se possível, dar preferência aos produtos contidos em embalagens recicláveis.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Valorize-se
Aprenda a dar a sua ausência, pra quem não valoriza a sua presença.
ps: no caso dessa foto, era o Javob que tinha que dar as costas pra Bela, mas tudo bem, hahahaha
;)
;)
sábado, 29 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Festival do Peixe Boi
De 24 a 30 de outubro acontece mais uma edição do Mini Eco Festival do Peixe Boi. Com a participação de várias organizações não governamentais de Novo Airão, em parceria com a prefeitura municipal, o festival tem como objetivo despertar a população para a conservação ambiental e deste mamífero símbolo da Amazônia, fundamental para a biodiversidade brasileira.
O Mini Eco Festival 2011 faz parte do Ajuri de Novo Airão, um movimento que reúne várias entidades do município e sua comunidade em prol do meio ambiente e qualidade de vida na cidade. Várias palestras sobre meio ambiente e biodiversidade, atividades lúdicas, exposição e mostra de vídeo estão previstas durante os dias de evento. Haverá também um concurso de pintura e poesia ambiental.
“No evento, as escolas são convidadas a desenvolver junto com os estudantes atividades lúdicas, como apresentação de teatros, danças, músicas, com a temática ambiental. Desta forma, além de desenvolver a arte, os alunos também desenvolvem uma maior sensibilização com as questões ambientais de região.”, explica Cristina Tófoli, pesquisadora do IPÊ, organização que atua na região há 11 anos.
O festival é realizado pelo Ajuri de Novo Airão, com participação do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, Fundação Almerinda Malaquias, CEPAM/ICMBio - Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica, e CMA/ICMBio – Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos.
O Mini Eco Festival 2011 faz parte do Ajuri de Novo Airão, um movimento que reúne várias entidades do município e sua comunidade em prol do meio ambiente e qualidade de vida na cidade. Várias palestras sobre meio ambiente e biodiversidade, atividades lúdicas, exposição e mostra de vídeo estão previstas durante os dias de evento. Haverá também um concurso de pintura e poesia ambiental.
“No evento, as escolas são convidadas a desenvolver junto com os estudantes atividades lúdicas, como apresentação de teatros, danças, músicas, com a temática ambiental. Desta forma, além de desenvolver a arte, os alunos também desenvolvem uma maior sensibilização com as questões ambientais de região.”, explica Cristina Tófoli, pesquisadora do IPÊ, organização que atua na região há 11 anos.
O festival é realizado pelo Ajuri de Novo Airão, com participação do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, Fundação Almerinda Malaquias, CEPAM/ICMBio - Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica, e CMA/ICMBio – Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos.
sábado, 15 de outubro de 2011
Cidadão
Tá vendo aquele edifício moço?
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar
Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me chega um cidadão
E me diz desconfiado, tu tá aí admirado
Ou tá querendo roubar?
Meu domingo tá perdido
Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar o meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar
Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me chega um cidadão
E me diz desconfiado, tu tá aí admirado
Ou tá querendo roubar?
Meu domingo tá perdido
Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar o meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer
Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Pus a massa fiz cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem pra mim toda contente
Pai vou me matricular
Mas me diz um cidadão
Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar
Esta dor doeu mais forte
Por que que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Pus a massa fiz cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem pra mim toda contente
Pai vou me matricular
Mas me diz um cidadão
Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar
Esta dor doeu mais forte
Por que que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer
Tá vendo aquela igreja moço?
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá sim valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que cristo me disse
Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá sim valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que cristo me disse
Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Enchi o rio fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
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