Eu falo de amor, eu falo de ódio. Eu falo de paz, eu falo de guerra. Eu falo de corrupção. Eu falo de caráter, mais também falo de falsidade. Eu falo de reflexão. Falo de fraquezas. Falo de fé. Falo de mentiras, mais também falo de verdades. Falo sobre a miséria. E comento sobre a fartura. Eu falo, falo, falo... Mais será que no final, valerá de alguma coisa tudo isso que eu falo? “ESPERO”.
Tenhas todos uma boa tarde!!!
Por aqui, neste cantinho, pode sentir-se emoções fortes... muitas vezes até se pode estranhar, outras sorrir, ou simplesmente chorar. Este é o meu ninho de sentimentos profundos, onde só escrevo o que sinto e pra quem realmente importa!
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Desculpas
Desculpas não muda o que foi feito. Perdão não cura feridas.
Pare de se lamentar e assuma suas ações.
domingo, 10 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Enganei-me
Eu sempre achei que o amor, que o grande amor, fosse incondicional....
Que quando houvesse um grande encontro entre duas pessoas, tudo pudesse acontecer....
Porque se aquele fosse o grande amor, ele voltaria sempre triunfal...
Mas nem todo amor é incondicional....
Acreditar na eternidade do amor é precipitar o seu fim....
Porque tu achas que esse amor aguenta tudo, então de uma maneira ou de outra tu acabas por fazer esse amor passar por tudo...
Um grande amor não é possível e talvez por isso, é que seja grande, para que nele caiba o impossível.
Michel Melamed
domingo, 3 de janeiro de 2010
2010
"Nenhum ano será realmente novo se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos."
Portanto, vamos começar o ano com o pé direito, pensamento positivo, com muita garra, força de vencer, e lutar para alcançar nossos objetivos.
Esquecer intrigas, mágoas, tristezas e passar uma borracha em tudo que aconteceu de ruim no ano de 2009, para que possamos ter um ano maravilhoso, feliz, com muita paz e amor no coração.
*-*
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Receita de ano novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummont de Andrade
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Feliz Natal
O Natal costuma anestesiar as pessoas,
E são poucos os que realmente se lembram
Do motivo da festa,
Estão tão preocupados em
Comprar os presentes,
Preparar a ceia,
Comprar bebidas e limpar a casa,
Nas regras de etiqueta,
Guardanapos dourados,
Convites para todos os familiares,
Mesmo para aqueles que não suportamos,
Mas toleramos nestes dias,
Porque é Natal.
Natal de lojas cheias,
Na mesa… muitas bebidas,
Na mesa… muitas bebidas,
Champanhe do mais fino,
Que serve para embriagar a alma vazia.
No centro da mesa o peru recheado
Ou o cabrito assado
Tudo tem de marcar presença,
Mas o motivo da festa
O nascimento de Cristo
É a própria ausência...
Cristo anda nas ruas
Sem ser notado,
Ninguém o nota…
Ninguém o nota…
Ninguém o socorre…
Ninguém o acolhe…
Mas a sua obra não para,
Cada vez existe mais sem abrigos,
Cada vez mais existem aflitos
Cada vez mais existem os que sofrem
A falta de paz interior…o vazio da alma…
Existe na mansão mais iluminada…
Na barraca mais miserável…
E Cristo entristece-se…
O Natal de maior parte das pessoas
É com o coração vazio…
Mas a fartura da mesa não reflecte o que vai na alma…
Por isso…eu hoje proponho uma busca interior
Nosso Senhor Jesus Cristo que ainda está lá fora
Há espera de um convite para entrar na nossa casa,
Sentar-se na nossa e repartir o pão
E se as lágrimas molharem o nosso rosto
Lembremo-nos de Zaqueu,
Cheio de pecados,
A receber a graça da visita de Jesus,
E Jesus te dirá:
'Hoje entrou a salvação nesta casa,
Porquanto também este é filho de Abraão.
Pois o Filho do Homem
Veio procurar
E salvar o que estava perdido”
Que Deus Nosso Senhor te encontre,
Que tu hoje e sempre te encontres com Ele…
Feliz Natal com Cristo, por Cristo e em Cristo.
(Lc 19, 1-10)
Feliz Natal especialmente para você que lê este meu pensamento até ao fim!
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